Atual direção da ECT celebra seu segundo ano de gestão

 A gestão dos diretores da Escola de Ciências e Tecnologia (ECT), Douglas do Nascimento e José Josemar, chegou ao seu segundo ano no final do mês de agosto. Com o Plano Quadrienal aprovado e já em andamento, apesar de algumas dificuldades, os resultados começaram a surgir e hoje, os dois já possuem uma visão bem clara de como administrar a Escola e estão empenhados em atingir as metas traçadas.

Uma das missões é o incentivo a produção acadêmica, que segundo Douglas do Nascimento, foi notável o aumento de trabalhos submetidos em congressos, no planejamento e execução de projetos e na obtenção de recursos. E mesmo com a limitação de verba, foram oferecidas 50 bolsas de pesquisas pagas pela ECT, sem contar com as de apoio técnico

Outra meta traçada pelo plano quadrienal é a aprovação de duas pós-graduações: uma na área de Ciências e Tecnologia Aeroespacial, que já foi aprovada no Colegiado Gestor da Escola de Ciências e Tecnologia (COLECT) e outra na área de sustentabilidade, que ainda está em fase de estudo. O diretor frisa que originalmente estavam previstas apenas para 2019, estão adiantando para conseguir aprovar os cursos o quanto antes.

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Douglas do Nascimento, diretor da ECT

De um ano pra cá, o diretor conta que foi possível ter uma administração mais consolidada, não só na questão da divisão das tarefas com o vice-diretor, José Josemar, mas também na integração que agora existe entre a direção, as secretarias administrativas e acadêmica, e a coordenação do Bacharelado em Ciências e Tecnologia (BCT).

Para os próximos anos de gestão, Douglas diz que é importante continuar a seguir o plano quadrienal, buscar mais parceiros, ampliar a questão da inovação, dar mais apoio a Incubadora de Processos Acadêmicos, Científicos e Tecnológicos Aplicados (inPACTA) para que mais projetos sejam contemplados, ampliar as conversas com o Instituto Metrópole Digital (IMD), Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET) e o Centro de Tecnologia (CT) para promover uma maior integração desses centros tecnológicos.

“O mais importante é usar esse período para evoluir como unidade acadêmica em pesquisa, extensão e inovação; na melhoria de ensino, mas também para discutir o modelo do Bacharelado e da sua gestão com o restante da universidade”, disse Douglas, “Nós acreditamos que esse é um modelo vencedor, econômico e eficiente”.

A ECT

A Escola de Ciências e Tecnologia (ECT), criada pela Resolução CONSUNI 012/2008 de 01 de dezembro de 2008, teve como primeira missão o suporte acadêmico às atividades do curso de Ciências e Tecnologia – Bacharelado (BCT). Em 2014, foi aprovado pela Capes o seu primeiro programa de Pós-Graduação stricto sensu, o Mestrado Profissional em Ciência, Tecnologia e Inovação (PPgCTI), com duas linhas de pesquisa: gestão da inovação e desenvolvimento de tecnologias para a Inovação. No ano seguinte, tornou-se o 51º polo do Mestrado Nacional Profissional de Ensino de Física da Sociedade Brasileira de Física (MNPEF). Na sua interface com a sociedade, conta com uma Assessoria de Comunicação e Produtora de Conteúdo (ComC&T); uma empresa júnior, a EJECT; um programa de incubação executado pela Incubadora de Processos Acadêmicos Científicos e Tecnológicos Aplicados (inPACTA) e o Grupo de Integração Maker (GIM), responsável pelo Arduino Day em Natal, desde 2014.

 

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